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A Chegada dos Mêbengôkre na Terra | Mebêngôkre pyka mã ruwyk â ujarej (2024, de Kokokaroti Txucarramãe, Matsipaya Waura Txucarramãe e Simone Giovine, 9 min)

O cacique Raoni conta aos jovens cineastas Kayapó a história da chegada dos Mebêngôkré na terra, repassada de geração em geração desde os tempos dos antigos.

Áhkuin (2024, de Radio-JusSunná, Sunná Nousuniemi (Sámi) e Guhtur Niillas Rita Duomi, 19 min) (Finlândia)

 Com a singular tradição de contar histórias orais Sámi de joik em seu centro, ÁHKUIN é um chamado e resposta visual e musical entre uma avó e seus descendentes. Entrevistas de arquivo e o joik de Maarit-áhkku (dir. Avó de Sunná Máret Nousuniemi) se desenrolam como um fio condutor através do tempo, convidando o espectador através de um portal para este canto de Sápmi. 

Aqui Onde Tudo Acaba (2023, de Cláudia Cárdenas & Juce Filho, 19 min)

Aqui onde tudo acaba é um curta-metragem experimental, poético que transita entre o documentário e a ficção para abordar uma cultura em extinção, a dos indígenas no Brasil. Trata-se, de modo particular, de uma partilha de saberes realizada na Aldeia Bugio, em todos os estágios de filmagens em 16mm, revelação botânica e captação sonora de modo coletivo. Busca reativar a memória das origens do povo Laklãnõ/Xokleng observando o que se perde com a alienação dos saberes e aculturação praticadas pelo colonialismo.

 

Bintiri Kumokrai (2024, de Irepoti Kayapó, Kokokaroti Txucarramãe, Kokopanhti Kayapó, Nhakumti Kayapó, 3 min)

Kokopanhti acorda na aldeia Kubekrakej e é surpreendida por um grande silêncio.

 

Bira (2023, de Kokokaroti Txucarramãe, Irekeiti Kayapó, Irepryngranhiti Kayapo e Bekwynhpoi Kayapó, 6 min)

Duas jovens mulheres mebêngôkre que moram na cidade, voltam para aldeia para visitar a avó.

 

Brincando com as crianças - Oxe Thepe Iriamu (2024, de Edmar Tokorino Yanomami, Lindomar Xiri Yanomami, Otílio Kokorino Yanomai, Severo Kawari Yanimami e Valdemiri Yarino Yanomami, 18 min)             

Inspirado no filme Das crianças Ikpeng para o mundo, os jovens Yanomami oferecem ao público não-indígena o registro de brincadeiras do cotidiano das crianças na comunidade Watorikɨ.

Ga vī: a voz do barro (2022, Coletivo Nẽn Ga e Tela Indígena, 11 min)         

Animação criada através das memórias narradas por Gilda Wankyly Kuita e Iracema Gãh Té Nascimento, com imagens e sons captados na Terra Indígena Kaingang Apucaraninha (PR) durante o encontro de mulheres "Ga vī: a voz do barro, conversando com a terra", 2021.

Kayapó contra o garimpo (2022, de Coletivo Beture, 3 min)         

"Nós não queremos garimpo na nossa terra!!"

Kwa se jobají yané!: Essa terra é nossa! (2024, de Beatriz Pankararu, Pedro Pankararu e Simone Pankararu, 19 min)        

O filme aborda os impactos que a construção do Rodoanel Trecho Norte tem impactado o dia a dia da comunidade local da reserva indígena multietnica Filhos Desta Terra em Guarulhos - São Paulo.

Luta Pela Terra (2022, de Camilla Shinoda e Tiago de Aragão, 29 min)     

Diversos povos indígenas se mobilizam em Brasília, Roraima e Amazonas frente a um importante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Em parceria com comunicadores indígenas do Conselho Indígena de Roraima (CIR) e com o Coletivo de Comunicadores Mura, o filme apresenta a Luta pela Terra nos três territórios, trazendo as diferentes tradições e estratégias que constroem esse forte processo de resistência coletiva.

Mãri Hi - A Árvore do Sonho (2023, Morzaniel Ɨramari, 17 min, Cor) 

Quando as flores da árvore Mãri desabrocham, surgem os sonhos. As palavras de um grande xamã conduzem uma experiência onírica através da sinergia entre cinema e sonho yanomami, apresentando poéticas e ensinamentos dos povos da floresta.
Ganhador do Prêmio de Melhor Curta-metragem no Festival É Tudo Verdade de 2023.

Mãtãnãg, a Encantada (2019, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho, 14 min, Animação, Cor) 

A indígena Mãtãnãg segue o espírito de seu marido, picado por uma cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos, eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual. Baseado em uma história tradicional do povo Maxakali.

Materialismo Histórico da Flecha Contra o Relógio (2023, Carlos Adriano, 26 min, Cor)

Cinepoema baseado em “Sobre o Conceito de História”, de Walter Benjamin. Realidades distantes se aproximam: imagens de povos indígenas brasileiros em 1917 e 1922 e em manifestações antifascistas de 2022; imagens da causa palestina em 1948 e em 2022; tiros contra o relógio disparados por revolucionários franceses em 1830 e flechas contra o relógio disparadas por indígenas brasileiros em 2000.

Mitos Indigenas em Travessia (2019, de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues, 22 min, Animação, Cor)

Seis histórias indígenas dos tempos antigos das etnias Kuikuro (Aldeia Afukuri, TerraÍndígena Parque do Xingu, Mato Grosso), Javaé (Aldeia São João, Terra Indígena Parque do Araguaia, Ilha do Bananal, Tocantins) e Kadiwéu (Aldeia São João, Terra Indígena Kadiwéu, Mato Grosso do Sul). Entre as histórias: A Ema, O Menino-Peixe, As Mulheres Sem Rosto, A Via Láctea, A Menina Cobra, e O Urubu Rei.

Ngô beje - Barragem (2023, de Pat-i Kayapó, 13 min)

Montado a partir de arquivos históricos, "The Kayapo : out of the forest" - Mike Beckham, Terence Turner - Granada Television, 1989 | Acervo Vídeo Nas Aldeias, 1989, o curta apresenta as negociações das grandes lideranças Kayapó contra a construção de Belo Monte, em Altamira, no final da década de 1980.

Sukande Kasáká | Terra Doente (2025, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, 30 min)

Cercados pelo avanço do agronegócio, o povo Kisêdjê enfrenta uma ameaça invisível que se impregna na terra, na água e no ar. Kamikia e Lewaiki têm que escolher entre permanecer e arriscar a saúde da comunidade ou abandonar a aldeia ancestral.

Tuire Kayapó - O gesto do facão (2023, de Coletivo Beture, Patkore Kayapó e Simone Giovine, 9 min)

A guerreira Tuire relata para o neto Patkore detalhes sobre o lendário gesto do facão na mobilização contra a Eletronorte, em Altamira (PA), no ano de 1989.

Vãnh Gõ Tõ Laklãnõ (2022, Barbara Pettres, Flávia Person, Walderes Coctá Priprá, 25 min)

 Uma arqueóloga, um poeta, um pastor e kujá, uma professora e um cantor de rap remontam a história do seu povo, os Laklãnõ/Xokleng, habitantes do sul do Brasil: o tempo do mato, a quase extinção, a retomada da língua e da cultura e o protagonismo político.
Prêmio Canal Brasil de Curtas, no Festival É Tudo Verdade de 2022.

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